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Posted: 02 Jul 2014 12:21 PM PDT
Ao longo do ano, nosso Portal e diversos outros meios de comunicação relacionados a educação publicam matérias com dicas e orientações para a preparação dos milhões de candidatos que vão prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos dias 8 e 9 de novembro.
Entretanto, como qualquer outra circunstância em sua vida (relacionamento, trabalho etc.), também devemos reservar um tempo para avaliarmos a eficiência de nossos estudos e refletirmos se estamos caminhando rumo aos nossos objetivos.
Se você nunca o fez e nem pensou a respeito, este artigo é para você. Veja nossas orientações para aprender a avaliar sua preparação para o Enem e aproveitá-la da melhor maneira possível:
1- Trace uma meta e a tenha sempre em mente:
A avaliação perde muito sentido se o estudante não possui anseios, objetivos. Primeiramente você deve possuir uma meta maior que guiará todas as suas ações, como por exemplo conquistar uma vaga numa universidade pública. Se você ainda não traçou a sua, faça agora mesmo! Não se esqueça que as pessoas que possuem objetivos claros têm chances muito maiores de conquistá-los do aqueles que não possuem.
2- Pratique e compare resultados:
Apesar de simples, esta é, sem dúvidas, a principal orientação desta matéria. A lógica utilizada é a mesma de sua escola: você é avaliado fazendo provas que abordam todo o conteúdo estudado e deve atingir médias mínimas para ser ¨aprovado¨. No caso do Enem, a recomendação é que preste simulados e resolva provas anteriores (veja as últimas 5 provas do Enem), anotando as notas finais e comparando-as com anteriores, para observar se houve evolução. No caso da redação, a dica é para que elabore textos sobre possíveis temas e depois peça para um professor fazer a correção, inclusive pontuando cada produção textual.
3- Analise e reflita sobre seu desempenho:
Com as notas dos simulados / provas anteriores / redações em mãos, você pode comparar e analisar se houve ou não uma evolução dos resultados. Em caso negativo, tente encontrar quais foram os pontos negativos em suas atitudes e técnicas de estudo que o levaram a estagnação ou piora nos resultados. A partir desta reflexão, trace novas estratégias que julgue serem mais interessantes que as antigas e que o levarão a melhores resultados.
Estamos a praticamente quatro meses do Enem e, apesar de parecer muito próximo, saiba que você tem tempo suficiente para avaliar sua preparação e providenciar as mudanças necessárias para mandar bem no exame e atingir seu objetivo final. Agora é com você!
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sexta-feira, 4 de julho de 2014
Avalie seus estudos para o Enem 2014
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Saiba como ver o resultado do Enem de anos anteriores
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Posted: 28 Jun 2014 04:50 AM PDT
Como você já deve saber, as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) possuem uma série de utilidades, como acesso ao ensino superior, retirada do certificado do ensino médio, financiamento estudantil, entre outros. Por isso os resultados dos candidatos no exame, desde sua primeira edição em 1998, ficam disponíveis para consulta na internet.
E a dúvida de muitos participantes é onde e como acessar suas notas em determinada prova do Enem. Pensando nisso elaboramos essa matéria com os passos para que você consiga visualizar seu desempenho no ano do exame que deseja.
1- O primeiro passo é acessar o sistema online do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Se você deseja consultar o resultado de uma edição do novo Enem, de 2009 em diante, entre nesta página. Se a edição é anterior a 2009, então acesse este link.
2- Para logar o sistema do novo Enem, preencha os campos com seu CPF e senha cadastrada. Caso tenha esquecido a senha, pode recuperá-la seguindo estes procedimentos. No sistema do antigo Enem (até 2008), há duas formas de logar no sistema. Recomendamos que escolha a segunda (nome, data de nascimento e estado), pois através dela não será necessário recuperar o número de inscrição.
3- Pronto! Você já está na página de consulta de seus resultados. Vale ressaltar que o candidato possui 5 notas no Enem. Uma para cada uma das quatro provas objetivas (Linguagens e Códigos, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza) mais a Redação. Você também visualizará seu CPF, nome completo e número de inscrição.
Para aqueles que prestaram edições a partir de 2012, também haverá um link para a vista pedagógica da correção de sua redação, que nada mais é que sua pontuação em cada competência e uma explicação do porque obteve aquela nota.
Você poderá ainda imprimir sua página de resultados no Enem, caso precise apresentá-la para comprovar alguma informação junto a uma instituição.
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sábado, 28 de junho de 2014
Qual a utilidade da Língua Portuguesa?
Pensem!
Vantagens do Enem em relação aos vestibulares tradicionais
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Posted: 27 Jun 2014 05:45 AM PDT
Sempre quando ocorre uma mudança estrutural numa área de grande importância dentro de uma sociedade, é muito comum o surgimento de polêmicas.
Com os esforços do governo federal em unificar os vestibulares das universidades públicas no Exame Nacional do ensino Médio (Enem), não foi diferente. A partir de 2009, o exame sofreu grandes alterações, inclusive em sua estrutura e modelo, tendo sua nota utilizada como única forma de ingresso para diversas instituições. Com todos os holofotes voltados a ele, as críticas começaram a se intensificar, especialmente após problemas de vazamento de questões que ocorreram em algumas edições.
Entretanto, se fizermos uma análise cuidadosa, é fácil perceber que os vestibulandos de hoje têm muito a comemorar. Segue 3 vantagens do Enem em relação aos vestibulares tradicionais:
1- Pouco (ou nenhum) gasto
Dentre as principais vantagens desse novo modelo, essa certamente merece um destaque especial. Antigamente, os vestibulandos desembolsavam, em média, 100 reais para pagar a taxa de inscrição de cada vestibular. Caso o estudante decidisse disputar 5 vagas em 5 universidades, gastaria um valor aproximado de R$500,00. Atualmente, o custo máximo é de R$ 35,00 (taxa do Enem). Vale ressaltar que a maioria não tem nenhum gasto. Só noEnem 2014, por exemplo, 73% dos participantes foram isentos deste valor. Isso corresponde a mais de 6 milhões de candidatos!
2 – Realizar a prova na sua própria cidade
No modelo antigo, os candidatos precisavam se deslocar muito mais para realizar as provas. Muitas vezes, indo para outros estados. Hoje, a grande maioria disputa as vagas fazendo a prova na sua própria cidade ou em municípios vizinhos. Isso evidentemente representa menos gastos e menos tempo perdido.
3 – Menos provas, menos estresse.
Imagine-se tentando garantir uma vaga numa universidade pública. Prefere realizar uma prova e disputar diversas vagas ou fazer uma prova para cada vaga, comprometendo diversos finais de semana? É óbvio que a primeira opção é muito mais interessante!
Esclarecemos que este artigo não possui caráter político e não tem intensão alguma de promover o governo atual. Pelo contrário, apenas queremos ressaltar um dos pontos positivos do exame. Sabemos muito bem que, como todo grande projeto, o Enem tem muito a melhorar. Mas que a vida daqueles que buscam ingressar no ensino superior está melhor, isso está!
Independente de concordar ou não, por favor deixe-nos saber sua opinião nos comentários abaixo!
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quinta-feira, 26 de junho de 2014
Redação do Enem - Opinião própria e críticas ao Governo
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Posted: 26 Jun 2014 09:40 AM PDT
No texto de hoje, abordaremos duas questões sempre muito presentes nos comentários de vários leitores do nosso portal: opinião própria e opiniões contrárias ao governo na redação do Enem.
Principalmente nas publicações acerca dos possíveis temas da prova de produção textual do Enem, muitos leitores comentam que não importa o tema da proposta de redação, pois o que realmente vale é ter opinião própria e não ser contra o governo, já que o Enem é um exame criado e produzido pelo Governo Federal.
Obviamente que, independentemente do tema da proposta de redação do Enem ou de qualquer vestibular e concurso, sendo o tipo textual pedido uma dissertação-argumentativa (pois se a prova pedir gêneros, como a da Unicamp, por exemplo, não necessariamente será exigida a argumentação), ter opinião própria, longe do senso comum, é fundamental para o candidato. Porém, de nada adianta ter opinião própria se esta está mal colocada, não fundamentada em argumentos sólidos e não exemplificada em estratégias argumentativas.
Ao nosso redor, o que mais vemos são pessoas com “opiniões próprias” que não sabem debater e responder ao serem questionadas, pois fundamentam suas teses em achismos, isto é, no senso comum e/ou em fontes não tão confiáveis e, na hora de embasarem suas ideias, não sabem como fazer. Normalmente, são pessoas que pouco leem e pouco refletem sobre o mundo, que acham que apenas o que pensam é o correto, mas não conseguem dizer os motivos que as levam a pensar determinadas coisas; elas apenas acham ou têm argumentos que são facilmente derrubados.
Ter opinião própria é muito importante, mas fundamentá-la em argumentos embasados em estratégias argumentativas por meio de fontes confiáveis, tecendo relações com demais áreas do conhecimento e tratando o tema com equilíbrio e bom senso é mais importante ainda.
É essencial enfatizar que opinião própria não é sinônimo de extremismo e/ou fundamentalismo, como muitos pensam. Escrever teses oito ou oitenta em redações como a do Enem é suicídio, até porque o exame tem, em sua quinta competência, o respeito aos direitos humanos.
Em relação a expressar opiniões contrárias ao Governo Federal, isso é um grande mito da correção da redação do Enem. Corretores de redação do Enem não são funcionários do Ministério da Educação e sim professores do Ensino Médio, de universidades e/ou faculdades, da área da linguagem, contratados especialmente para o exame em, seu treinamento, não recebem nenhuma orientação para atribuir notas baixas para textos que tragam opiniões contrárias ao governo. Caso isso fosse feito, o direito à liberdade de expressão, um dos pilares de uma democracia, estaria sendo ferido.
Por esta razão, os responsáveis pelo Enem não podem e não devem ferir este direito constitucional, até porque estariam sujeitos a processos por parte de candidatos que se sentiram prejudicados.
Em mais de uma proposta de redação do Enem o tema e os textos motivadores davam margem para críticas ao governo, como a da edição de 2013 – “Os efeitos da implementação da Lei Seca no Brasil” -, já que o gráfico utilizado pela banca elaboradora mostrava que o número de mortes em decorrência de acidentes de trânsitos não havia caído significativamente. O importante é, novamente, fundamentar de maneira eficaz esta crítica e saber a quem dirigi-la, pois em redes sociais, por exemplo, temos visto muitas pessoas criticarem o governo federal por problemas competentes ao governo estadual e vice – versa. Há muita confusão e desinformação a respeito das competências de cada nível de governo, o que nos leva, de novo, ao achismo.
Aproveitando o ensejo, outro mito é pensar que o corretor pode ou não gostar do texto como um todo ou da tese do candidato. Corretor de redação do Enem e de demais vestibulares não têm de gostar ou não das redações; eles têm e devem avaliá-las de acordo com a grade de correção e ponto final. Somente isto.
Até a próxima semana!
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Estudar em grupo? Auxilia? Veja como!
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Posted: 24 Jun 2014 08:39 AM PDT
Uma das maneiras mais eficientes para se preparar para qualquer prova ou exame é a formação de um grupo de estudo que ajudará todos seus integrantes que têm um objetivo em comum.
Entretanto, para que essas reuniões sejam eficientes, é necessário adotar algumas regrinhas que todos devem cumprir. Vamos a elas:
1 – Grupo de estudo é para ESTUDAR!
Embora pareça redundante, essa pode ser chamada de “regra de ouro”. Muitos estudantes se reúnem e acabam apenas “colocando o papo em dia”. Portanto, o grupo deve realmente assumir o compromisso de estudar.
2 – Não forme grupo grande!
Já está mais do que provado. Grupos com muitas pessoas têm maior tendência a se dispersar. Assim sendo, não forme grupo com número superior a 4 participantes.
3 – Escolha integrantes realmente empenhados!
Ao contrário do que parece, as pessoas que mais agregam ao grupo são as dedicadas e não as inteligentes. Lembre-se que quem ensina, aprende duas vezes! Dessa forma, se tiver que optar por um colega esforçado e outro apenas inteligente, não tenha medo! Escolha aquele que você sabe que cumprirá o combinado à risca.
4 – Material em mãos!
Não adianta nada o grupo se reunir e não ter os livros necessários para pesquisar. Certifique-se que todas as reuniões terão o material necessário para que o grupo trabalhe sem interrupções.
5 – Dê preferências aos exercícios e não a teoria!
O grupo foi feito para que seus integrantes se ajudem entre si, correto? Logo, não tem sentido algum todo mundo se encontrar e decidir ler o conteúdo do livro didático. Neste exemplo, seria muito mais interessante se todos já tivessem lido a teoria. Portanto, separe bem o que cada um deve estudar sozinho e o que será feito na hora da reunião. Em geral, cada um deve fazer, em sua casa, as leituras das teorias. O grupo deve ter como foco os exercícios e os debates.
Agora é com você. Ou melhor, com vocês!
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Perdeu o número da inscrição do Enem, veja o quê fazer!
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Posted: 25 Jun 2014 03:30 PM PDT
Quando se inscreve no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o candidato preenche uma infinidade de informações no sistema do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Entretanto, duas informações básicas devem ser bem guardadas pelo candidato para uso posterior: asenha e o número de inscrição.
Por que? Simplesmente porque serão os dados exigidos pelo sistema para qualquer acesso / consulta subsequente, seja para verificação do cartão de confirmação de inscrição, resultados, espelho da correção da redação, acesso ao SiSU (Sistema de Seleção Unificada) etc.
Como muitos acabam esquecendo ou perdendo tais informações, o sistema do Inep permite a recuperação dos mesmos. Para saber como recuperar sua senha em uma edição antiga do Enem, siga os passos desta matéria que usa como exemplo o Enem 2013. Já para recuperar o número de inscrição, siga os passos abaixo. Apenas ressaltamos que este tutorial mostra como recuperar o número de inscrição de anos anteriores do Enem. Para recuperar este dado na edição atual, basta acessar a página de acompanhamento no site do Inep.
1- Acesse a página de resultados do Enem (imagem abaixo) neste link;
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2- Clique no link “Consulte o n° de inscrição”, abaixo do botão “entrar”;
3- Na página que abrir, selecione o ano referente a edição cujo número de inscrição deseja ser recuperado e preencha os campos com CPF, nome e data de nascimento, bem como a unidade federativa (estado) em que reside.
4- Clique em “pesquisar”. Pronto! Você visualizará uma tabela contendo o número de sua inscrição, seu nome, nome de sua mãe e a data de nascimento.
Feito isso salve este número em algum lugar de seu computador ou anote em uma nota, de preferência juntamente com sua senha, e guarde bem, pois sempre que necessitar acessar o sistema online do Enem estes dados serão solicitados.
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